quinta-feira, 12 de abril de 2007

O março mais quente da minha vida


Que sol quente
A janela está furada
A cama semi arrumada
Que nuvem santa
O calor dá um tempo
O lençol se troca de cor
Que sol insistente
Os célcios reanimam-se
O desenho se refaz no pano
Até quando vou testemunhar isto?
Sempre o mesmo dissabor
Após estas longas horas em repouso

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